Em tempo de eleições, um pouco de diversão.
Uma crônica de Sergio Pugliese.
É só clicar aqui.
sexta-feira, 30 de setembro de 2016
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
Barba, Cabelo & Bigode
Fiquei extasiado e, sem palavras, deixo em imagens o meu comentário sobre Barba, Cabelo & Bigode, de Lúcio Branco. Grande filme!
Saiba mais, aqui.
Vi o tal do UFC
Vi o tal do UFC. Muito sangue e pouca arte. (Certa vez, disse um lutador, que sangue é vida. Concordo. Desde que correndo por dentro, não jorrado). Nada que lembrasse Éder Jofre, Muhammad Ali ou mesmo o Ted Boy Marino das lutas de mentirinha do Tele Catch. Os comentaristas ainda não descobriram que o ringue com oito lados se chama octógono e não octódromo (seria onde correm os oitos numa corrida infinita de estupidez?). O horário, madrugada, pois, apesar de ter acontecido em Brasília, a primazia do espetáculo era para a audiência de Las Vegas. Um vencedor agradece a “oportunêichão” de participar do circo milionário e eu perdi a oportunidade de ver um filminho, mesmo que de quinta categoria.
domingo, 14 de fevereiro de 2016
O Maraca é... nosso!
Houve um tempo em que se dizia
O Maraca é nosso
É do povo
É nosso
É
Era
(Gostaria de saber quem fez a fotografia.)
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
A nova geração
- Eu vi Pelé jogar.
- Era bom mesmo?
- O quê!? Bota bom nisso!
- O melhor do mundo, como dizem?
- Pra você ter uma ideia, ele era assim como... Era uma Marta de calças!
- Era bom mesmo?
- O quê!? Bota bom nisso!
- O melhor do mundo, como dizem?
- Pra você ter uma ideia, ele era assim como... Era uma Marta de calças!
Foto in http://www.marcelodieguez.com.br
sexta-feira, 19 de junho de 2015
Seleção Gospel
Eu não sou comentarista de futebol, por isso sinto-me à vontade para falar sobre a Seleção. Creio que o seu problema é que tem muito divino, muitas forças extra gramado. Apelar para o sobrenatural é natural, em se tratando de humanos a jogarem ao acaso. Entendo perfeitamente que se peça sempre uma ajudinha ao desconhecido e nem me choco ao ver jogador que invés de cantar o Hino, balbucia uma oração ou outro cântico de louvor, mas deixar 100 % nas mãos de algum salvador é querer demais. Há que se fazer uma forcinha. Dar uma ajudinha também. Sim, porque vejam só: O Brasil está na chave de outros três países também muito religiosos que, claro, fazem o mesmo pedido e percebe-se bem que todos tem sido atendidos. Está tudo igual. Todos atendidos e muito bem atendidos. Sem graves acidentes, sem vãs esperanças... Mas, como dentro das leis do campeonato não está previsto um empate generalizado, alguém tem que ganhar. Só que, para isso, tem que dar uma mãozinha também.
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